Today in El País I came across this information: water is an increasingly privatized human right, it is so fundamental to life that its control causes wars. And despite efforts to secure access to water, millions of people still don’t have it. This information led me to another news from El País that states that the most serious situations of access to water occur in the poorest countries but the “first world” is not exempt from water problems. These news also made me remember the most applauded Industrial Symbiosis process in the world began to ensure non-contamination of groundwater. And also led me to recall what Ricardo Garcia said in his book “Nós no mundo”: “make water in the shower” (almost certainly I receive smiles and/or laughs for this), but the reasoning is simple. Each toilet flush consumes up to 12 liters of water, so each of us can save water by just taking advantage of the shower time also to relieve the bladder. This was a funny campaign by the Brazilian environmental organization SOS Mata Atlântica that drew attention to the fact that simple attitudes can contribute to the protection of natural resources. In this case, less water consumption and less sewage helps to preserve rivers and water reserves.
Hoje no El País deparei-me com esta informação: a água é um direito humano cada vez mais privatizado, é tão fundamental para a vida que o seu controle provoca guerras. E que apesar dos esforços para garantir acesso a água, milhões de pessoas ainda não o têm. Esta informação levou-me a uma outra notícia do El País que refere que as situações mais graves de acesso à água ocorrem nos países mais pobres, mas que o dito “primeiro mundo” não está isento de problemas com a água. Estas noticias fizeram-me ainda lembrar que o processo de Simbiose Industrial mais aplaudido no mundo começou para garantir não contaminação de lençóis freáticos, mas também me levaram a recordar o que disse Ricardo Garcia no seu livro “Nós no Mundo” – “fazer chichi no duche” (levei ao esboço de sorrisos e/ou gargalhadas quase de certeza), mas o raciocínio é simples. Cada descarga de autoclismo consome até 12 litros de água, assim cada um de nós pode poupar água, bastando para isso, valer-se do momento do duche para também aliviar a bexiga. Esta foi uma campanha divertida da organização ecologista brasileira SOS Mata Atlântica que chamou a atenção para simples atitudes que contribuem para a protecção dos recursos naturais. Neste caso, menos consumo de água e menos esgotos ajudam a preservar os rios e as reservas de água.
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