As I was rereading Ricardo Garcia, I realized that we both close the tap when we brush our teeth, and while we soap the dishes. But, we are both “target of ruthless criticism about the extent of shower (…) Inscrutable neurological reasons make the shower a golden moment of reflection. Maybe due to the kinetic energy of water dropping on the cranial cavity, or due to the hot steam expanding the brain mass,” to which I add the fact that we are mostly water and forget this aspect, but I do feel I’m in a familiar place.
“The numbers of water in Portugal give the shower the excuse that was lacking. Three out of four liters consumed in the country are for agriculture.” So if you want to save water you should also evaluate what you eat.
In any case, as Luísa Schmidt (sociologist who won the environmental journalism prize in 1992) said “water can no longer be thought of as a natural resource that is used endlessly by each customer, either for Agriculture or for Energy, it has to be seen as a fundamental environmental and ecological value.”
Image: EPA
Ao reler Ricardo Garcia apercebi-me que tanto eu como ele fechamos a torneira quando lavamos os dentes, idem enquanto ensaboamos a louça. Mas, tal como ele “sou alvo das mais impiedosas críticas quanto à extensão do duche (…) Insondáveis razões neurológicas fazem com que o duche constitua um áureo momento de reflexão. Talvez seja da energia cinética da água despejada em forma de gotas sobre a caixa craniana. Ou do vapor quente a expandir a massa encefálica”, ao qual acresço o facto de sermos maioritariamente água e nos esquecermos disso, mas eu sinto-me num lugar familiar aqui.
“Os números de água em Portugal concedem ao duche o indulto que faltava. Três em cada quatro litros consumidos no país são para a agricultura.” Daí que se quer poupar água também se deve avaliar o que se come.
De qualquer forma tal como Luísa Schmidt (socióloga que ganhou o prémio do jornalismo do ambiente em 1992) afirmou “a água não pode continuar a ser pensada como um recurso natural que se usa sem parar em função do freguês, seja para a agricultura ou para a energia, mas tem de ser encarada como valor ambiental e ecológico fundamental.”
Imagem: EPA
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