The radio journalist Miguel Manuel in 2016 told in a lecture:

«The Hereros inhabit the desert regions of Angola, the desert of Namibe, the arid zones of the province of Huila and Cunene. In these places, for centuries they have lived with little biodiversity, make long journeys for transhumance and when they need food for their families.

These conditions make them knowledgeable about resources, either as energetic ones (transforming trunks of shrubs and other trees into firewood for food cooking, for thermal conditions, as well as the conservation of trunks for the construction of their dwellings).

On the other hand, they take advantage of all the remains of dead oxen for the constructions, ornamental objects and utensils of domestic use. Without scientific knowledge, this ethnicity seems to dominate issues such as reuse and maintenance of cleaning habits of the environment in which they live.

However, the presence of individuals from urban centres offers them a different view on the use of resources and also introduces habits that modify the environment and behaviours. To what extent can this cross-fertilization of cultures be harmful to an environment, until recently, free from aggression to the few resources it has?»

O jornalista de rádio Miguel Manuel em 2016 contou numa palestra:

«Os hereros habitam as regiões desérticas em Angola, o deserto do Namibe, as zonas áridas da província da Huila e Cunene. Nesses lugares, há séculos que convivem com a pouca biodiversidade, fazem longas viagens para a transumância e quando precisam de alimentos para as famílias.

Essas condições, fazem deles conhecedores de recursos, quer seja como energéticos (transformação de troncos de arbustos e outras árvores em lenhas para o cozimento dos alimentos, para condições térmicas, bem como a conservação de troncos para a construção das suas moradias).

Por outro lado, aproveitam todos os restos de bois mortos para os as construções, objectos ornamentais e utensílios de uso doméstico. Sem conhecimento científico, essa etnia parece dominar questões como reaproveitamento e a manutenção de costumes de limpeza do meio em que vivem.

Porém, a presença de indivíduos dos centros urbanos, oferece-lhes uma visão diferente sobre o uso de recursos e introduz também, hábitos que modificam o meio e os comportamentos. Até que ponto esse cruzamento de culturas pode prejudicar um ambiente, até há pouco, livre de agressões aos poucos recursos que tem?»

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