Bottle Bill

Yesterday I read in The Guardian that green campaigners welcome Coca-Cola U-turn on bottle and can recycling scheme. So, environmentalists hail ‘landmark moment’ as world’s biggest soft drinks company agrees to set up pilot scheme in Scotland some sort of a “bottle bill”. The “bottle bill” is an environmental policy requiring that all drinking cans and bottles are to be exchanged for cash. This policy has been going on for 12 years in 12 European countries such as Germany or the Netherlands. It implies the existence of containers for all sorts of bottles, including plastic, avoiding that these seriously pollutes the sea and coastal areas. So this is a recycled idea, because 30 years ago, most of the glass packaging used in Portugal had a recoverable bill, and there was a network for recovering the value of this bill, collecting and recycling glass assembled nationwide. Unfortunately, this model was abandoned, but as I’ve said it is still going on in 12 European countries. It is essential that the recovering of the monetary value of this bill to be quick, simple and accessible to all citizens. In the event that this recovery is not it can have the perverse effect of becoming an additional burden to be borne by consumers in the purchase of the products and with no environmental nor economic benefits.

Ontem li esta notícia no The Guardian em que a Coca-Cola dá as boas-vindas a uma campanha de reciclagem de garrafas. Os ambientalistas saúdam este “momento histórico” da maior empresa de refrigerantes do mundo concordar em criar um esquema-piloto na Escócia uma espécie de tara recuperável. A tara recuperável é uma política ambiental que impõe que todas as latas e garrafas de bebidas possam ser trocadas por dinheiro, à semelhança do que acontece há anos em 12 países europeus como a Alemanha ou a Holanda. Implica a existência de vasilhame para as garrafas de todos os materiais, incluindo o plástico, evitando que estas poluam gravemente o mar e as zonas costeiras. A tara recuperável é assim uma ideia reciclada, porque já há 30 anos, a maioria das embalagens de vidro usadas em Portugal tinha uma tara recuperável, existindo uma rede de recuperação do valor das taras, recolha e reciclagem de vidro montada à escala nacional. Infelizmente, este modelo foi praticamente abandonado, mas como disse aina acontece em 12 países europeus. É fundamental a recuperação do valor monetário das taras seja rápido, simples e acessível a todos. Caso contrário pode ter o efeito perverso de se tornar num encargo adicional a suportar pelos consumidores na aquisição dos produtos e sem benefícios ambientais ou económicos.

Advertisements

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s