Economia Circular?

Se a Economia Circular é um novo conceito para si, não deve ser o único de certeza.
A investigação e o aumento do conhecimento sobre desenvolvimento sustentável conduziram a maior interesse nesta terminologia. Por isso, tais termos são de uso comum em artigos, livros, relatórios, políticas, e mesmo nos “media”. A existência de várias fontes de informação aumenta a sua propagação e por diferentes atores. Consequentemente, inúmeros termos emergem ou termos existentes expandem-se, mas, normalmente, não é dada atenção suficiente às suas definições, e grande variedade de definições gera confusão quanto ao seu uso.
Ao crescerem em impacto e escala, os conceitos podem tornar-se de difícil definição. E pode mesmo ser difícil encontrar a definição certa porque naturalmente se usa focos e linguagens diferentes quando se está a pensar em exemplos e ideias semelhantes. Alcançar a definição terminológica precisa é difícil, e não será mais relevante compreender os mecanismos e princípios por detrás dos conceitos?
Embora conceitos existentes de Economia Circular (EC) sejam divergentes, trata-se de um modelo complexo e de vários níveis subentendendo fluxos económicos e físicos. A operação destes fluxos pode ser guiada por princípios como repensar, reduzir, reutilizar e reciclar e impulsionadores-chave para fechar os ciclos.
EC está a tornar-se um conceito conhecido mundialmente, no entanto, a sua propagação não é um processo simples, e a complexidade e incerteza de novos conceitos pode dar lugar a uma perceção errada, embora a integração das dimensões económica, ambiental e social nas atividades seja cada vez mais entendida como uma condição necessária para uma sociedade sustentável.
Com a implementação de EC consegue ligar-se o sistema económico aos desafios ambientais e às expectativas da sociedade, um motivo importante já que significa desenvolvimento sustentável numa terminologia aplicável a problemas do mundo real.
De forma simples, significa mudar de uma forma linear de fazer as coisas -, ou seja, em que se extrai a matéria-prima, se fabrica e usam os produtos e, por fim, se eliminam ou descartam os resíduos – para um sistema que é desenhado para ser restaurador e regenerador. ´
Apesar deste conceito já ter algum tempo é ainda desconhecido para muitos. E em que se configura afinal a Economia Circular foi o que tive o prazer de apresentar no III CONGRESSO INTERNACIONAL CIVE MORUM – Núcleo de Estudos e Intervenção Cívica, Instituto de Sociologia da Universidade do Porto, 10 e 11 de Abril de 2017, Faculdade de Letras da Universidade do Porto

If Circular Economy is a new concept to you, certainly you’re not the only one.
Research and growth of knowledge about sustainable development have increase interest in this terminology. Such terms are in common use in papers, textbooks, reports, policies, and the media. Various information sources increase the spread of such terms and by different actors. As a consequence, numerous terms emerge or the existing ones are extended, but usually not enough attention is given to the definitions, and the multitude of definitions causes much confusion about their usage.
While growing in impact and scale, concepts can become difficult to define. And it’s even tricky to find the right definitions because naturally different focuses and language are used when thinking about similar ideas and examples. Achieving precise terminological definition is difficult, and will it not be more relevant to understand the mechanisms and principles behind the concepts?
Although existing concepts of CE diverge, it is a complex and multilevel model which implies economic and physical flows. The operation of these flows can be guided by principles such as rethink, reduce, reuse and recycle and key drivers in order to close the loops.
CE is becoming a known concept worldwide, however, its dissemination is not an easy process, since the complexity and uncertainty of new concepts can lead to misperception, although the integration of economic, environmental and social dimension in activities is increasingly perceived as a necessary condition for a sustainable society.
Implementing CE can really link economic system and environmental challenges and society expectations, an important reason since it means sustainable development in a terminology applicable to real-world problems.
In a simple way, it means changing from a linear way of doing things – that is, in which the raw materials are extracted, the products are manufactured and used and, finally, the waste is disposed of – to a system that is designed to be restorative and regenerative.
Although this concept has already some time, it is still unknown to many. And what is ultimately the Circular Economy was what I had the pleasure of presenting at the III CONGRESSO INTERNACIONAL CIVE MORUM – Núcleo de Estudos e Intervenção Cívica, Instituto de Sociologia da Universidade do Porto, 10 e 11 de Abril de 2017, Faculdade de Letras da Universidade do Porto
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